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  • Grand Palis, Paris

    Grand Palis, Paris

    O Grand Palais des Beaux-Arts em Paris, ou apenas Grand Palais, com a ponte Alexandre III em primeiro plano, foram construidos, juntamente com o Petit Palais para a Exposição Universal de 1900.

  • Visitar o museu do Louvre em Paris

    Visitar o museu do Louvre em Paris

    O Museu do Louvre em Paris é hoje considerado o maior museu de arte do mundo, e a sua grandiosidade vai para além do tamanho, o museu é realmente magnífico, não só pelas peças de arte que alberga mas por toda a magnificência do edifício.

    O Palácio do Louvre foi construído sob as fundações do Castelo do Louvre, edificado nas margens do rio Sena, em finais do século XII (hoje é possível visitar as fundações no piso -1 do museu) para servir de residência real. Mais tarde, em 1682, o rei mudou-se para o Palácio de Versalhes para dar lugar ao museu,  inaugurado em 1793. Possui mais de 38000 peças em exposição.

    Palácio e pirâmide do Louvre
    Palácio e pirâmide do Louvre

    É conveniente comprar o bilhete no site do museu, por forma a evitar filas. Assim bastará dirigir-se para a entrada (na pirâmide do pátio central ou pela rua de Rivoli). Reserve pelo menos 2 a 3 horas (que poderá ser pouco tempo, dependendo do que quer ver) para visitar o museu.

    Entradas do Louvre
    Entradas do Louvre

    O Louvre tem  4 andares  com 3 alas ( Sully a leste, Richelieu a norte e Denon a Sul) para visitar, cada um deles dividido em várias colecções classificadas por épocas e tipos de obra. 

    Galerias do Louvre
    Galerias do Louvre

    Ao entrar no Museu, pela pirâmide, temos logo acesso ao piso -1 onde se situam as fundações do antigo castelo/fortaleza do Louvre e que podem ser visitados. São nestes pisos que também estão localizadas, para além de exposições temporárias, colecções de arte egípcia.

    No piso zero (térreo) podemos também ver arte egípcia onde se destacam os tesouros de Tutankamon, o caminho das Esfinges (várias esfinges) e a estátua de Ramsés II.

    Nas escadarias que nos levam ao primeiro andar do museu está em destaque a Vitória de Samotrácia, uma escultura (sem cabeça) que representa a deusa grega Nice, descoberta em 1863 nas ruínas do Santuário dos grandes deuses de Samotrácia e que fazia parte de uma fonte com a forma de proa de um navio, construída por volta de 190 a.C..

    Vitória de Samotrácia
    Vitória de Samotrácia

    Já no primeiro piso, na ala dos pintores italianos encontra-se o ex-libris do Louvre, a Mona Lisa ou Gioconda, de Leonardo da Vinci. Um misterioso retrato pintado pelo grande mestre entre os anos de 1503 e 1506. Devido à sua fama, aos atentados perpetrados, e ao elevado número de curiosos, este quadro está isolado numa sala, com algumas medidas de segurança (vidro à prova de bala), normalmente apinhada de gente que quer tirar uma fotografia (ou uma selfie) à pintura.

    Mona Lisa de Leonardo da Vinci
    Mona Lisa de Leonardo da Vinci

    Outra grande obra do mesmo pintor que pode ser vista nesta ala é a Madonna das Rochas.

    No mesmo piso (1) está a área de pintores franceses. Entre outros magníficos quadros pode ver-se a “Liberdade guiando o povo”, pintada por Eugéne Delacroix em 1830, e a Coroação de Napoleão de Jacques Louis David.

    “Liberdade guiando o povo”, de Eugéne Delacroix
    “Liberdade guiando o povo”, de Eugéne Delacroix

    No último andar, na ala Richelieu, pode visitar os aposentos de Napoleão III (sobrinho de Napoleão Bonaparte), presidente (primeiro presidente francês eleito por voto direto) e posteriormente  imperador da França.

     


    Outros museus a visitar em Paris

    Musée D’Orsay – nesta antiga estação ferroviária, as colecções são compostas principalmente por pinturas e esculturas de arte ocidental de entre 1848 e 1914 onde é possível ver obras míticas de Van Gogh (o seu auto-retrado), Gustave Courbet (A Origem do Mundo) e Cézanne, entre outros.

    Centro Georges Pompidou – Composto pelo Musée National d’Art Moderne e a Bibliothèque publique d’information

    Museu do Grand Palais – Não tem uma exposição permanente mas temporárias e temáticas, acontecimentos, desfiles de moda, concertos de música clássica e eletrónica.

    Museu Marmottan Monet – como o nome indica alberga obras de Monet.

    Museu Carnavalet – este museu retrata a história da cidade, onde podem ser vistos documentos, objectos, quadros e salas de época.

    Museu Picasso – aqui pode ser visitada a maior colecção do mundo de obras de Picasso.

    Museu Rodin – este museu alberga a colecção deixada por Rodin.

     

     

  • Descobrir Paris, uma capital multicultural

    Descobrir Paris, uma capital multicultural

    A multiculturalidade em Paris vai muito para além das pessoas. As ruas, os hábitos e a arte demonstram-no muito. A cidade luz e da moda está hoje muito mais voltada para quem a visita do que no passado (assim o contam os franceses). A simpatia e disponibilidade dos franceses é cativante.

    Começamos a nossa visita no histórico bairro Quartier Latin, na margem esquerda do rio Sena. Neste bairro, onde na Idade Média se falava latim (daí o nome), existem as universidades mais antigas do país. Caminhando no sentido da foz do rio (para oeste) visitamos o Panteão, monumento em estilo neoclássico, construído no século XVIII, onde estão sepultadas as figuras maiores de França: Voltaire, Dumas, Rousseau e Marie Curie. Na altura da sua construção, deste local, avistava-se toda a cidade.

    Panteão de Paris
    Panteão de Paris

    Basta descer a avenida em frente ao Panteão para chegarmos aos magníficos Jardins do Luxemburgo. O palácio e jardins foram mandados construir em 1615 por Maria de Médicis, esposa de Henrique IV, segundo as memórias de infância da sua casa em Florença.

    Palácio dos jardins do Luxemburgo em Paris
    Palácio dos jardins do Luxemburgo

    Nestes jardins está o Museu do Luxemburgo, o mais antigo de Paris, inaugurado em 1715. Espalhados pelo parque estão estátuas de rainhas, artistas e escritores franceses.

    Entre os Jardins e o rio passa a boulevard de Saint-Germain, uma avenida ícone da vida parisience, onde se situa a igreja mais antiga da cidade, Saint-Germain de Prés. Uma antiga abadia medieval da qual hoje apenas resta a igreja.

    Já nas margens do Sena está o Museu D’Orsay, uma antiga estação ferroviária de 1900. Continuando a seguir o rio chegamos aos jardins e Palácio de les Invalides, construído para albergar inválidos. As principais figuras do exército francês, incluindo Napoleão, estão aqui sepultados na Igreja du Dôme.

    Mais a sul está o símbolo da cidade e do país, a Torre Eiffel.

    Torre Eifel vista das margens do Sena
    Torre Eifel vista das margens do Sena

    Na Ile de la Cité está a espetacular catedral gótica de Notre-Dame de Paris cuja construção começou em 1163 e só terminou quase 200 anos depois, em 1345, e que infelizmente esta semana ardeu.

    Notre-Dame de Paris
    Notre-Dame de Paris

    Atravessando a ponte para a margem direita do Sena estamos no Hotel de Ville (câmara de Paris), um magnífico palácio renascentista que alberga o governo municipal.

    Hotel de Ville de Paris
    Hotel de Ville de Paris

    O Museu do Louvre, outro símbolo de Paris e do mundo da arte, fica a poucos quarteirões de distância. Começado a construir em 1546, sob as fundações da antiga fortaleza, para residência real, hoje é um dos museus mais visitados do mundo. Alberga peças que vão desde a pré-história até aos nossos dias.

    Museu do Louvre
    Museu do Louvre

    Um dos edifícios emblemáticos de Paris é também o Grand Palais, construído para a Exposição Universal de 1900. Fazem parte do mesmo complexo o Petit Palais (mesmo em frente) e pela ponte Alexandre III, considerada por muitos a mais bela da capital francesa.

    Grand Palais
    Grand Palais e ponte Alexandre III

    Mesmo ao lado dos Grand e Petit Palais estão os Campos Elísios (Champs Elisé), a grande avenida que vai desde a Praça da Concórdia, com o seu obelisco de Luxor, até ao Arco do Triunfo. Aqui pulsa o estilo de vida parisience.

    Arco do Triunfo
    Arco do Triunfo visto dos Campos Elísios

    A norte de Paris, o Sacré Coeur (basílica do Sagrado Coração) impõe-se no monte de Martre ou Montmartre de onde é possível ter uma panorâmica de Paris (infelizmente no dia que a visitamos estava nublado).

    Sacré Coeur
    Sacré Coeur

     


    Onde comer

    Espalhados um pouco por toda a cidade os restaurantes Paul são uma excelente opção em conta para fazer algumas refeições. Desde as famosas baguetes até aos pratos típicos franceses.

    Como ir do aeroporto de Orly para o centro da cidade

    Pode apanhar o Orly Bus, com um custo de 8,70 €, que o levará até ao centro de Paris. Em alternativa pode ir pelo Tramway 7 que o levará até à estação terminal de Villejuif Louis Aragon onde poderá apanhar o Metro (linha 7) para qualquer parte do centro de Paris, com um custo total de cerca de 5 euros.

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