A arte da viagem é um livro sobre viagens e viajantes que introduz o leitor na literatura de viagens dando-nos uma pequena lista de autores, também eles viajantes, e onde ele próprio se insere. Destes extraiu situações e citações de acontecimentos em viagem. Tudo é descrito e contado em pequenos textos que tornam o conteúdo muito leve e prazeroso.
A arte da viagem
Paul Theroux é, talvez, o escritor deste tipo de literatura mais conhecido, um ícone da escrita de viagem. Este autor propõe a distinção entre viajante e turista. Para ele “um viajante é um estranho…”.
Na Cidade Velha respira-se história. Chegamos à pequena praça junto ao mar, e por momentos somos transportados para séculos passados, em terras portuguesas. A arquitectura do casario, a calçada e o pelourinho não negam a sua origem. É possível imaginar como terão chegado os portugueses aquela pequena baía onde desaguava a ribeira que deu o primeiro nome ao local, “Ribeira Grande”, a mais antiga cidade criada pelos europeus nos trópicos.
Ter sido um dos primeiros territórios descoberto em África, em 1462, faz com que Cabo Verde tenha as edificações mais antigas do continente africano. Muito próximo da praça do pelourinho entramos na rua da Banana, a mais antiga rua construída pelos europeus em África. Percorrendo-a, chegarmos à igreja de Nossa Senhora do Rosário, também ela um marco do tempo, é a igreja colonial mais antiga da África Subsariana.
Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Rua da Banana
Na mesma rua da Banana existe um pequeno Centro Cultural, onde pode ser vista uma exposição de produtos locais que nos contam parte da história do local.
Na baía, a areia não existe, nem tem que existir. Os seixos de pedra preenchem a praia onde pescadores preparam os barcos para se lançarem ao mar de onde trazem atum que por aqui é o rei da pescaria e na cozinha.
Na parte alta da cidade, a Sé Catedral (construída em 1555) ou o que resta dela. Foi saqueada várias vezes, até que por fim destruída pelo pirata francês Jacques Cassard. Hoje permanecem as ruínas que ainda assim mostram a imponência deste templo e a sua importância nestas paragens.
Barcos na praia da Ribeira Velha
No alto da Achada vê-se a discreta fortaleza de S. Filipe. Construída de forma a minimizar as incursões dos piratas e corsários, com uma vista privilegiada e estratégica permanece esta guardiã. Lá em cima a timidez da construção dá lugar à imponência digna de uma fortaleza. Lá dentro podemos ver as guaritas, a cisterna, os canhões e a esplendorosa vista.
Forte de São Filipe
A poucos quilómetros da Cidade da Praia a Cidade Velha mostra um lado completamente diferente da azáfama da capital.
“Ilha de santiago
tem corpinho de algodón
saia de chita com cordón
par de brinco roda pión” (Ilha de Santiago, Mayra Andrade)
Santiago tem tudo: simpatia, natureza e história. As pessoas fazem os lugares, e nesta ilha isto é uma verdade absoluta.
Cidade da Praia
Da Cidade da Praia ao Tarrafal, do Porto Mosquito à Calheta de São Miguel, o povo é prestável e acolhedor. Desde a senhora que não se importa de nos levar a uma caixa Multibanco a umas boas centenas de metros a pé, ao homem que nos quer trazer caranguejos e lapas para trocarmos receitas, de cá e de lá ou até ao convite para tomar o pequeno almoço feito por locais que acabamos de conhecer. A simplicidade é uma riqueza.
Pescador no Porto Mosquito
Ao longo da costa as escarpas interrompidas por pequenas baías com praias de areia negra, no interior as altas montanhas verdes que têm o seu ex-libris na Serra da Malagueta. Por todo lado vêem-se culturas de milho, trazido pelos portugueses do Brasil, que juntaram ao cozido à portuguesa, dando origem à cachupa . Mas a gastronomia caboverdiana é mais do que cachupa, é o atum, a sapatinha, o cuscus ou os pasteis de São Domingos.
Serra da Malagueta
É nesta ilha que, a Sul, ficam a Cidade Velha e a Cidade da Praia, a antiga e a nova capital de Cabo Verde. Enquanto na Cidade Velha reina a calma e a história ainda enraizada nas ruas e nos monumentos, na Cidade da Praia vive-se o movimento agitado de uma capital, o frenesim do mercado de Sucupira ou o corre-corre do Plateau.
Cidade Velha, Cabo Verde
A Norte de Santiago, no Tarrafal, descobrem-se as poucas praias de areia branca da ilha, os melhores locais de mergulho e de observação de vida marinha. Ali perto, na Ribeira da Prata ou mais afastado na Pedra Badejo, as tartarugas desovam num impressionante cerimonial. Enquanto os machos ficam à espera no mar, as fêmeas vão à mesma praia onde nasceram deixar os ovos, as suas crias quando adultas, repetirão o mesmo ritual, no mesmo lugar.
Praia do Tarrafal
Com o objectivo de proteger as tartarugas de possíveis predadores, existem equipas que recolhem os ovos das praias e os colocam em locais protegidos para que, depois de eclodirem, sejam devolvidos ao mar.
A Ilha de Santiago tem gente com alma, música e calor no coração.
Símbolo da identidade nacional francesa, o Mont Saint-Michele é a perfeita transformação de um culto num conjunto monumental único que ainda hoje nos transporta à sua origem.
Mont Saint-Michele, a abaria no topo
Localizado na Normandia, no departamento de Manche, deve o seu nome à ilhota rochosa dedicada a São Miguel Arcanjo onde, no século X, monges beneditinos começaram a construir a abadia.
Reza a lenda que no século VIII, São Miguel Arcanjo apareceu em sonho a Aubert, bispo de Avranches, pedindo-lhe que erguesse um santuário em sua homenagem. Após a terceira aparição, e depois do Anjo lhe tocar na cabeça, Aubert decide mandar construir um santuário em seu nome.
Rua no Mont Saint-Michele
A pedido do duque da Normandia, a abadia começou a ser construída mais tarde, no século X, por monges beneditinos, e com ela floresceram a fortaleza e o casario que harmoniosamente se aninharam no rochedo a seus pés.
Durante a Guerra dos Cem Anos a ilha foi utilizada como forte contra as forças inglesas que, apesar das diversas tentativas de invasão, nunca a conseguiram dominar, elevando-a a símbolo da resistência francesa.
Claustros da Abadia
Igreja da abadia do Mont Saint-Michele
Séculos mais tarde, e depois dos monges terem deixado a ilha (em 1790) o Mont Saint-Michele foi classificado Património Mundial da UNESCO em 1979 e hoje é um dos locais mais visitados de França.
O acesso à ilha é feito a pé ou de autocarro, as “navetes”, por uma ponte que em alguns dias do ano fica inacessível devido às marés altas (águas grandes) que a submergem. A chegada à porta de entrada transmite-nos uma sensação de chegada a um cenário de filme medieval. Para chegar à abadia basta subir por qualquer uma das ruas e escadarias que serpenteiam por entre casas. Lá do alto, na majestosa abadia avista-se até ao infinito.
Casario no Mont Saint-Michele
Na abadia visitam-se quase todos os aposentos onde os monges viveram durante séculos. As cozinhas, refeitório, oratórios, claustros e a igreja mantêm-se praticamente inalterados. De uma destas salas sairam muitos manuscritos reproduzidos pelos monges que lhe davam o nome de “cidade dos livros”.
Visitar o Mont Saint-Michele é uma experiência única de história, beleza e misticismo.
Para evitar filas demoradas convém fazer a visita logo pela manhã e comprar as entradas para a abadia com antecedência.
Qual dos dois drones DJI comprar? Qual a diferença? o Mini 3 veio substituir o Mini 2?
Dentro dos drones abaixo das 250 gramas (categoria A1-A3), na linha DJI, o Mini 2 e o Mini 3 Pro (existem ainda o Mavic Mini e Mini SE) são os que mais se destacam, quer pelas últimas inovações quer pelas novidades. No entanto os preços são muito díspares.
Nesta tabela podem comparar-se as características mais importantes para quem está a pensar adquirir um Mini, com maior ou menor disponibilidade financeira:
Em termos gerais, o Mini 3 evoluiu a partir do Mini 2 (mas não o vem substituir) para albergar mais sensores que evitam a colisão com obstáculos. É ligeiramente maior que o Mini 2 mas essa diferença quase não se nota quando está fechado. Quando aberto é maior, tanto de braços como as próprias hélices permitindo estas dimensões um voo mais eficiente e menos ruído.
Em termos de velocidade e resistência ao vento têm ambos desempenho semelhante. O Mini 3 Pro tem um tempo de voo mais longo, de 34 minutos (com bateria padrão), e 47 minutos com uma bateria estended adquirida separadamente.
O Mini 3 Pro traz ainda um controlo remoto com ecran (sem necessidade de ligar o telemóvel), é possível colocar a câmara na vertical, tem a função de seguir um alvo em movimento, entre outras pequenas particularidades.
O preço difere muito, é uma questão de detalhes que dependerá do tipo de utilização.
Numa escrita descontraída, entre aventuras e desventuras de uma viagem de cinco mil Kms pela Índia, este livro é um autêntico guia para quem quer viajar por este país. Os lugares, as tradições, os costumes e a gastronomia são relatados de forma tão natural que dá ao leitor uma visão clara do que irá encontrar no subcontinente indiano (até com algumas dicas sobre como lidar com certas situações).
Tudo é Possível!: De Vespa na Índia
Neste retrato do país Jorge Vassallo mostra literalmente que “tudo é possível” na Índia! “Não te esqueças: na Índia, sab kuch milega.”
Uma das portas de entrada dos Açores, a Ilha Terceira, passa muitas vezes despercebida à maioria de quem visita o arquipélago. Recortada por altas ravinas, fustigadas pelo Atlântico, é no seu interior que a ilha guarda as melhores surpresas.
Paisagem do centro da Ilha Terceira
No centro da ilha fica a Terra Brava, uma área acidentada maioritariamente coberta por pedra vulcânica, inclui o vulcão do Pico Alto, o vulcão central mais recente da ilha (com cerca de 100 mil anos), e uma floresta muito rica em vegetação endémica, típica da Macaronésia.
Em plena Terra Brava, o ex-libris da ilha, o Algar do Carvão. Entramos literalmente dentro de um vulcão e constatamos como um lugar que à partida seria tão inóspito se transforma num magnífico cenário natural. As paredes do cone estão cobertas com vegetação, na sua maioria, endémica, e lá no fundo uma lagoa, alimentada por águas pluviais e de pequenas nascentes que chega a ter 15 metros de profundidade. Esta é das poucas oportunidades no mundo para descer ao interior de um vulcão.
Algar do Carvão
As belezas vulcânicas não ficam por aqui. Não precisamos ir muito longe para visitar a gruta do Natal. A formação destas grutas apontam para tubos de lava formados aquando de uma erupção.
Não muito longe ficam as Furnas do Enxofre. Através de um pequeno circuito pedestre podemos visitar as fumarolas de onde sai o vapor do interior da terra.
Já pela costa, percorrendo a estrada que circunda toda a ilha, vislumbram-se grandes penhascos que mergulham no mar. Em cada localidade por onde passamos vão aparecendo os coloridos Impérios do Espírito Santo, pequenas capelas/templos à volta dos quais acontece uma das tradições mais enraizadas dos Açores, as festas do Espírito Santo, com cerimónias e oferendas à coroação do Menino Imperador.
Costa da Ilha Terceira
Império na Serreta
Igreja da Misericórdia, Angra do Heroísmo
A zona antiga de Angra do Heroísmo, faz-nos recuar muitos anos atrás, e mesmo não tendo vivido nessas épocas, lembra-nos postais antigos e de certa forma a cidade de São Salvador no Brasil (ou será São Salvador que faz lembrar Angra?!). A arquitetura das casas, as igrejas, cada uma de sua cor, e o empedrado das ruas é singular.
Subindo ao Monte Brasil tem-se um panorama sobre a cidade (infelizmente estava a chover e não deu para desfrutar da vista tanto quanto apetecia).
Ao longo da ilha podem-se visitar vários miradouros, há que desfrutar de cada um deles: Monte Brasil, Serra do Cume, Serra do Facho, Serra da Ribeirinha entre outros.
Com tanto para ver, há que fazer algumas pausas e aproveitar a gastronomia riquissima desta ilha, desde o famoso queijo da ilha, á tenra carne de vaca, os famosos bolos D. Amélia e o vinho de Biscoitos.
Aqui seguem algumas informações para autorização de voo recreativo com drones em alguns países:
EUROPA
🇪🇦 Espanha
Deve estar registado como operador de UAS num dos estados membros (França, Portugal ou outro).
Em espaços rurais não carece de qualquer declaração ou autorização prévia.
🇫🇷 França
Deve estar registado como operador de UAS num dos estados membros (França, Portugal ou outro).
Cumprido este pré-requisito, a operação propriamente dita, em categoria aberta, não carece de qualquer declaração ou autorização prévia. Pode ser realizado sem aviso prévio, mas deve, obviamente, cumprir os regulamentos europeus e os decretos nacionais. Antes de efectuar o voo de categoria aberta deve verificar se o espaço aéreo onde vai operar está autorizado.
Atenção:
O voo noturno é proibido,
É proibido o voo em espaços públicos e áreas construídas,
A altura máxima de voo não pode exceder 120 m.
Todas as informações correspondentes à categoria aberta estão disponíveis no site.
🇭🇺 Hungria
Pode voar em qualquer sítio, fora de localidades, sem autorização prévia, basta registar o UAS em MyDroneSpace.
Caso pretenda fazer voos em localidades deve pedir autorização à Autoridade de Aviação Militar da Hungria, com pelo menos 30 dias de antecedência.
🇮🇹 Itália
O voo com drones, para fins lúdicos, nas localidades é proibido. No restante espaço aéreo (fora das localidades) é permitido sem autorização.
Não é permitida a entrada de drones no país (ficarão retidos na fronteira). Para voar com drone em Marrocos deve contactar uma agência especializada que fornecerá o drone e se encarregará dos procedimentos administrativos e das declarações dos planos de voo.
AMÉRICA
🇬🇹 Guatemala
O registo na DGAC apenas é obrigatório para drones com peso superior a 250 gramas. Para voos de recreio não é necessária licença, mas é aconselhável seguir as normas de segurança estabelecidas.
Não pode pilotar drones em zonas próximas dos aeroportos (a menos de 8 km de distância).
É proibido sobrevoar áreas de segurança, como edifícios governamentais, instalações militares e certas áreas residenciais.
A altura máxima de voo permitida é de 120 metros.
É necessário manter o drone sempre à vista do operador.
Ao longo de milénios, Tavira foi ocupada por várias civilizações: fenícias, muçulmanas e por fim os cristãos. Durante cerca de 650 anos (até 1910) fez parte do Reino do Algarve, um reino dentro do Reino de Portugal, e foi a primeira localidade algarvia a ser elevada a cidade, em 1520. Situada no litoral algarvio, em pleno Parque Natural da Ria Formosa, Tavira foi durante muito tempo um importante porto intermédio entre o Atlântico e o Mediterrâneo dando à cidade um grande prestígio e parte da fortuna que ostentava. Hoje, ao visitarmos esta cidade, estamos a reviver também a sua história.
Vista sobre Tavira
O castelo é uma boa sugestão de início da visita. Do alto vislumbra-se, praticamente, toda a cidade, do rio até ao mar. Conquistado aos mouros no século XIII, pelos cavaleiros da ordem de Santiago, ainda preserva alguns vestígios dessa época e a torre octogonal é disso um exemplo. Dentro do castelo está a igreja de Santa Maria do Castelo, onde foi sepultado D. Paio Peres Correia (mestre da ordem de Santiago) o conquistador da cidade. Este templo é o resultado da conversão da mesquita aí existente aquando da conquista. Ainda conserva alguns elementos do estilo gótico aplicados na sua transformação em igreja cristã.
Igreja Santa Maria do Castelo em Tavira
Logo abaixo está a igreja de Santiago, também ela uma antiga mesquita transformada em igreja cristã, deve o seu aspeto actual à reconstrução feita depois do terramoto de 1755.
Igreja de Santiago em Tavira
Palácio Galeria, Museu de Tavira
Outro edifício curioso é o Palácio da Galeria (também perto do castelo) que hoje integra o Museu Municipal de Tavira. Este palácio, de meados do século XVI, que foi galeria (daí o seu nome), era posse de um nobre senhor que tinha vindo do Brasil e o transformou no que hoje se conhece. Aqui podemos visitar exposições de história e património concelhio.
Convento da Graça
Ainda nas imediações do castelo, junto ao jardim está o Convento de Nossa Senhora da Graça, convertido em Pousada, fundado pela Ordem dos Agostinhos no século XVI.
Para quem gosta de história e apreciar um pouco de arte, não deve perder a oportunidade de visitar a Igreja da Misericordia, considerada o melhor monumento renascentista do Algarve.
Vale a pena passear pela marginal do rio Gilão, passar pela ponte romana e apreciar a o núcleo histórico da cidade lá no alto.
Mas ali perto também há praias e a do Barril, com o seu extenso areal, é uma delas. O seu acesso pode ser feito a pé ou através de comboio turístico. Nesta mesma praia, encontra-se a antiga Armação de Atum que remonta ao ano de 1842. O seu estado de conservação é muito bom, tendo o espaço sido convertido em área comercial. Próximo da Armação encontra-se o famoso “Cemitério das Âncoras”.
Praia do Barril
A gastronomia é um ponto interessante, que deve ser explorado, desde as conquilhas, choco, ao pescado fresco, às papas de xarém não esquecendo a doçaria tipica, como o morgado de figo ou a delicia algarvia, acompanhadas com um licor de medronho.
Em plena Reserva Natural do Estuário do Sado, por entre os arrozais e sapais do rio, este trilho é ideal para aproveitar o melhor que a natureza nos dá: ar puro, silêncio, que apenas é interrompido pelo chilrear das aves.
Qualquer lugar é bom para começar o percurso. Um deles é o cais palafítico da Carrasqueira. A poucos quilómetros da Comporta, na aldeia da Carrasqueira fica o pequeno porto piscatório tradicional, onde gerações de pescadores foram construindo passadiços sobre estacas, que se estendem pelo rio adentro, como tentáculos de um polvo, resolvendo assim o problema do acesso dos barcos durante a maré baixa. Este é um exemplo perfeito de como a arquitectura humana se pode integrar com a natureza.
Cais palafítico da Carrasqueira
A paisagem do estuário vai mudando. A “estranha” beleza dos sapais (imagem de capa) vai dando lugar aos arrozais, alguns já desactivados.
Aves nos arrozais
Para além dos arrozais, o trilho passa por pequenas lagoas, terras de cultivo e pastagens onde é habitual ver aves de várias espécies (dependendo da altura do ano), que se alimentam. Em algumas alturas do ano é possível ver flamingos.
Trilho da Carrasqueira
Barco na Carrasqueira
Ali perto aproveite para ir às praias da Comporta, Carvalhal ou Tróia, onde os areais se estendem a perder de vista.
Trilho
Tipo: Circular Extensão: 7,2 Km Dificuldade: Fácil Informações:ICNF